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Voo inaugural Embraer KC390




A Embraer fez o voo inaugural do novo avião de transporte militar KC-390, nesta terça-feira (3). A aeronave, a maior já fabricada no país, sobrevoou por 1h25 a região de Gavião Peixoto (SP). Um acordo com o governo prevê o fornecimento de 28 jatos militares do modelo à Força Aérea Brasileira (FAB) ao longo de 10 anos - a primeira entrega está programada para o 2º semestre de 2016.

Série Motores Aeronáuticos - Semana 2

BOA PESSOAL

       Continuando nossas postagens semanais sobre motores aeronáuticos, trago esse dinossauro dos motores Turbo Hélice, falaremos hoje do Rolls Royce T56-15  e de quebra um pouco do T56-14.



 Bom mas que motor é esse onde ele é usado?


       O T56 entrou em produção em 1954, fabricado pela Allison Engine Company, uma subsidiaria da General Motors, este era produzido e vendido para a Lockheed, para uso no C130 Hercules e P3 Orion ambos aeronaves militares,

Série Motores Aeronáuticos - Semana 1

Bom dia senhores,

Pensando em temas que poderiam lhes chamar a atenção ao acessarem esta página, seja para pesquisa ou apenas curiosidade, decidi lançar a série "Motores Aeronáuticos", onde a cada semana ou cada 15 dias, trataremos de um motor e algumas de suas especificações.

Começaremos hoje, com um motor aparentemente simples, mas com uma ampla utilização em helicópteros, sendo o AS 350 B2(esquilo) um deles.

TURBOMECA ARRIEL 1D1

        O Arriel 1D1 se caracteriza por um design muito simples, com um número reduzido de partes e cinco módulos de fácil manutenção. O Arriel 1 conquistou sua sólida reputação no mercado de helicópteros baseado em suas excelentes características de manuseio e alto nível de confiabilidade. Apresenta TBO (tempo entre as revisões) de 3,000 horas, que pode ser estendido para "on condition" no Módulo 1 e 6,000 horas nos Módulos 2 e 4.



Figura 1 Fonte: Turbomeca

Boa Notícia aos amantes da aviação

     Este post trata da atual situação do PP-SMA o 1º 737 a voar na America Latina, e o segundo a voar mais tempo por uma só empresa,  (um pouco da historia desta aeronave)

PP-SMA em sua primeira pintura



      Avião histórico foi arrematado em um leilão por um empresário de Belo Horizonte, que promete preservar a história da VASP e deixar a aeronave aberta ao público


       O Boeing 737-200 estacionado desde 2004 em uma área remota do Aeroporto de Confins já tem um novo dono. A aeronave, fabricada em 1969, foi arrematada por R$ 92 mil em um leilão no dia 30 de outubro. A reportagem do Vrum conversou com o vencedor do leilão, um empresário de Belo Horizonte que preferiu não se identificar e nem informar a finalidade da compra do Boeing.

Oque nos Brasileiros não sabemos

       HISTÓRIA OCULTA DOS BRASILEIROS
        
Colégio Tiradentes da Policia Militar MG
      
         Assim como vários outros Brasileiros, eu recebi no colégio o conteúdo da matéria de História, porem incompleto e mascarado pelos anos, e me decepcionei muito com o modulo de História do Brasil.    
Brasão do 16ºBPM "O Guardião do Leste
      

    Sempre fui fã das forças armadas, das policias militares, e do militarismo em geral, estudei no Colégio Tiradentes da Policia Militar de Minas Gerais no bairro Santa Tereza, colado ao 16º Batalhão de Policia Militar o "Guardião do Leste", afinal meu pai é a terceira geração de policiais militares da família, meu bisavó, serviu na Itália, meus antepassados fugiam da Itália durante  a Primeira guerra e sempre gostei das histórias das Guerras Mundiais.

Brasão da FEB Força Expedicionária Brasileira
    Mas logo quando chegou minha vez de receber oficialmente este conhecimento, veio a decepção, durante a aula de Historia ouvi diversas criticas sobre a entrada do Brasil no conflito, ouvi uma professora dizer que eramos bucha de canhão dos americanos, que entramos na guerra por causa de um "naviozinho" bombardeado, e no fundo fiquei muito chateado, porque pensava que meu bisavó teria perdido a saúde na Itália por nada e que teriam feito ele de bucha de canhão, mesmo ele sendo um oficial da aeronáutica, e sempre achei essa história muito mal contada, e assim fui estudar por conta própria a história, e conheci desta forma a historia de homens honrados, que foram expostos ao horror da guerra para libertar uma nação até então desconhecida por eles, e que até hoje é muito grata a nosso homens, pelo que eles fizeram, pelo que lutaram e pelo o que morreram, diferente do que é ensinado em nossas escolas, (INFELIZMENTE).
Brasão da Senta A Pua 1º grupo de caça brasileiro

          Em uma tentativa de espalhar a verdadeira historia da luta brasileiro contra o Nazi-Fascismo Italiano, vários documentários veem sendo produzidos, documentários que deveriam ser apresentados nas escolas, nas palestras e museus sobre a vida dos nossos soldados na Itália, sendo assim nos do Manutenção de Aeronaves, fazemos nossa parte apresentado estes a nossos seguidores, tragam a pipoca, procurem um acento confortável, preparem lenços de papel ou pano, as histórias contidas nestes documentários são eletrizantes, emocionantes, e fazem parte da nossa verdadeira história.  

Soldado da FEB

         Eu quero que meu filho lá no futuro tenha orgulho pelo que estes homens e mulheres fizeram, quero que nenhum professor mal formado e pobre de espirito critique o que eles fizeram, eles foram os melhores, foram de todos os mais humanos, e a eles devemos nosso respeito. 


P47 do 1º Grupo de Caça da Força Aérea Brasileira 

BOM VAMOS VER OS FILMES

Força Expedicionária Brasileira 1,2,3,4 






Agora o documentário SENTA A PUA


      Espero do fundo do meu coração que gostem desta postagem e quero que reflitam sobre ela, sobre oque fizeram os nosso soldados e o quanto eles merecem nosso respeito, eles não são nossa vergonha pelo contrario são nossa orgulhosa história !

Carlos Henrique Peroni Junior
mapblog.sac@gmail.com




FELIZ NATAL E UM ANO NOVO CHEIO DE PROSPERIDADE !!!!



Esses são os votos do "Manutenção de Aeronaves", a todos os amantes da aviação, tivemos um ano cheio de percalços mas ele esta acabando, desejamos com todo carinho que 2013, seja o ano da vitoria, da paz, da saúde, da abundancia financeira, da educação, de um novo pais sem corrupção, de emprego para aqueles que ficaram sem.

Vamos esquecer o que passou e vamos focar no futuro, ele nos espera de braços abertos, com novas experiencias, e novos aprendizados.

E como relembrar de coisas boas faz bem, la vai  "Natal Varig, final de  2005"

FELIZ NATAL E UM PROSPERO ANO NOVO!!!!!

Carlos H Peroni Jr
mapblog.sac@gmail.com





Segurança de Voo


Sabemos que os profissionais da aviação são pressionados de vários lados, sejam eles pilotos, comissários  despachantes, ou técnicos da manutenção, esta pressão vem por parte da companhia, dos prazos, do trafego, das situações meteorológicas, porem estas pressões são visíveis, e nos afeta no momento do nosso trabalho, porem existem as pressões que se acumulam e somam as pressões do ambiente de trabalho, se trata dos problemas particulares, aqueles que deveriam ficar em nossa casa, mas nem sempre, são deixados la, e volta e meia povoa nossos pensamentos, nos desconcentra por segundos, segundos que podem ser fatais, ainda mais se somarmos todos os problemas, ou seja, trabalho mais casa, estes são ingredientes para, um acidente,

Este vídeo foi uma encenação de uma novela, porem mostra os stress que um piloto recebe, para liberação de um voo de transporte de  cargas em uma pequena empresa, e por pressão, falta de atenção, a aeronave é abastecida de forma errada, o que leva a queda após a decolagem. da mesma forma que o piloto errou todos os outros profissionais da aviação, podem errar!!

Este próximo vídeo nos mostra como a falta de tempo se mostra critica na manutenção de aeronaves, o vídeo apresenta o acidente do voo Continental Express 2574 onde um Embraer Brasilia cai por falha na manutenção.
Este mostra como fatores emocionais podem levar a medidas extremas, todo stress devem ser levado em conta e deve ser tratado, com tal importância.
Por fim neste podemos ver alguns erros da manutenção que contribuíram para falhas estruturais que levaram a acidentes com descompressão explosiva.


Em fim todos os videos apresentam erros pequenos que levaram a grandes acidentes, erros que poderiam ser evitados, se o fator stress fosse identificado e isolado a tempo, não distante da nosso realidade temos acidentes ocorridos aqui no Brasil, alguns recentes e outros históricos, onde a falha humana ocorreu por pressão seja ela profissional ou particular.

E muito importante sempre lembrar da tríade que da equilíbrio a esta relação, O Homem A Maquina O Meio, mantendo este tripe a segurança de voo é mantida.

Carlos Henrique Peroni Junior
mapblog.sac@gmail.com.br

Videos Interessantes!!

Como todos; eu também gosto de ver alguns videos no You Ttube, e como eu gosto muito da aviação os videos não poderiam ter outro tema.


Selecionei alguns videos que já vi e considero interessantes!


O primeiro e um junção de vídeo e fotos do pessoal da manutenção da VASP realizando um check profundo em um 737-400 da extinta BRA.


Este segundo peca um pouco pela qualidade, mas ele apresenta o extinto VEM Varig Engenharia e Manutenção, nele podemos ver os gigantes como 777, MD11 e alguns 737 passando por manutenção, podemos ver como era grande o espaço que a VARIG utilizava para manutenção.


Este é legal me lembro das aulas de estruturas no inicio do curso, meu professor o Junior citou este vídeo quando falava sobre novas formas de cobrir a aeronave de forma temporária! o vídeo mostra a adesivagem de um 737 da GOL famosos pelas borboletas!!
Apesar de ser um vídeo institucional da TAM o vídeo e muito interessante ele apresenta o centro de manutenção da empresa, muito legal e tem uma qualidade superior
Por fim e não menos interessante um vídeo sobre o setor de manutenção de Aviônica da GOL, o vídeo trata de uma breve apresentação do setor e suas funções!! 


Espero que gostem até a próxima 

Carlos Henrique Peroni Junior
mapblog.sac@gmail.com





É Turbo Jato ou Turbo Fan ?

Bom pessoal esta é uma pergunta interessante, que costuma dar uma boa discussão  

Mas primeiro vamos a um jogo com as imagens abaixo, é bem simples , é só falar se o avião na imagem é turbo jato ou turbo fan !
Boeing 707



Boeing 727 200

Boeing 737-200


RESPOSTAS

707- imagem 1 Turbo Jato  (Alguns usam turbo fan !!)
727- imagem 2 Turbo fan
737- imagem 3 Turbo fan

Muitos vão dizer que eu estou errado, mas antes disso vou explicar algumas coisas.

Primeiro alguns conceitos

Motores Turbo Jato são motores em que todo ar admitido é comprimido, queimado, expandido e exaurido, este motor possui apenas o núcleo, ou seja ele não possui Bypass, que nada mais é do que, uma passagem de ar externa aos compressores, câmaras de combustão e turbinas, sendo assim "Teoricamente" podemos dizer que o Turbo Jato é um Turbo Fan com razão de Bypass igual a Zero (apenas para entendimento afinal os turbo jatos vieram primeiro).

Abaixo vemos um JT3C em corte 

Este e um motor fabricado pela Pratt Whitney, equipou aeronaves como: B-52 Stratofortress B-57 Canberra Boeing 707 Douglas DC-8 F-8 Crusader F-100 Super Sabre

  
Em corte podemos ver que todo ar admitido é levado aos compressores ass câmaras de combustão, as turbinas e assim exaurido.

Agora um motor Turbo Fan

O Turbo Fan e um motor a reação assim como o Turbo jato, porem este possui um Fan que é responsável pela admissão do ar que será levado ao Bypass e para o núcleo, onde este será comprimido, queimado, expandido e por fim exaurido na seção de exaustão, porem neste momento este ar encontra a sua volta o ar que passou pelo Bypass, (ar mais frio) e o choque destes gases (núcleo e bypass) produz redução de ruídos e consumo. alem de tração devido este movimentar maiores massas de ar. 

Uma característica importante do turbo fan e a razão de derivação (Bypass Ratio) que indica a proporção entre as massas de ar impulsionadas pelo fan e pelo núcleo. os antigos turbo fans possuíam Bypass  Ratio menores que 1 ( isso significa que o fan movimentava uma massa de ar menor que o núcleo) hoje ha motores turbo fan com razões iguais a 6.  

Abaixo podemos ver um esquema de um turbo fan e o esquema de um motor CFM 56 em corte




Bom ai vocês devem esta se perguntando esse Carlos e louco, olha o tamanho do CFM 56 e olha o tamanho do motor do 727 e 737 (breguinha). 

Pratt Whitney JT8D 737-200
CFM 56 737-classic/NG

Bom agora vamos a segunda parte!!

Os motores Turbo fan nasceram de testes sobre a ideia de introdução de um Bypass, desta forma os primeiros motores Turbo fan usavam pequenos Bypass e assim como a ideia foi solidificando e crescendo, a razão de Bypass foi aumentando. assim temos dois tipos de Turbo fan, sendo Low Bypass e high bypass 

Abaixo vemos dois motores Turbo Fan pioneiros


Pratt Whitney JT8D

Bom chegamos onde queríamos, sua estreia foi em 1963 com o primeiro voo do 727 este modelo foi utilizado no, B707, B737-100/200, DC9, MD80 e nos últimos SA Caravelle, este motor é derivado do JT8A um motor utilizado nos primeiros caças a jato, possui compressores de fluxo axial com dois estágios de Fan, quatro estágios de baixa pressão e sete estágios de alta pressão, nove câmaras de combustão anulares, e quatro discos de turbina sendo três de baixa pressão e um de alta pressão. como pode ser visualizado nas imagens abaixo.

Em Azul na parte externa podemos ver o duto do Bypass 

Esquema do motor com Secondary e Primary Airflow destacados  

Vista Explodida

Seção dos Compressores/Fan's

 Seção das turbinas

Agora vamos a terceira parte, sempre que falo deste motor e afirmo que estes aviões usavam motores  turbo fan sempre me perguntam se tenho certeza do que estou falando, e se eles só usaram este motor.

Para responder esta pergunta fui olhar com o fabricante...
Specifications
First flight:April 9, 1967
Model number:737-100/-200
Classification:Commercial transport
Span:93 feet
Length:93 feet 9 inches
Gross weight:111,000 pounds
Cruising speed:580 mph
Range:1,150 miles
Ceiling:35,000 feet
Power:Two 14,000-pound-thrust P&W JT8D-7 engines
Accommodation:2 crew, up to 107 passengers

Bom vendo as especificações do fabricante podemos ver que a motorização oficial é a família P&W JT8D, mas também e algo logico o 737 voo pela primeira vez em 1967 neste ano o JT8D já fazia quatro anos de voos bem sucedidos nos 727 e 707 porque então equipa-lo com um turbo jato  de tecnologia já ultrapassada? 

A mesma especificação pode ser encontrada em: http://www.b737.org.uk/powerplant.htm

Especificações do 727 em: http://www.boeing.com/history/boeing/727.html


Quanto ao barulho e fumaça dos breguinhas, é algo logico, quanto maior a razão de bypass menor e o ruido e consumo de combustível, como ele é um Low Bypass ele queima mais combustível e faz mais barulho.

Este motor até hoje é produzido e sofreu modificações para reduzir consumo e ruido como pode ser visto em : http://www.pw.utc.com/products/commercial/jt8d.asp

Posso fazer a pergunta novamente?

Espero que tenham gostado.
Carlos Henrique Peroni Junior
mapblog.sac@gmail.com

Fontes
Livro:  
Aircraft Gas Turbine Power Plant Chapter IV Engine Familiarization paginas 4-1 A 4-22
Distribuído Por Jeppesen Escrito por Charles E Otis & Peter A Vosbury
Site:
http://www.boeing.com/history/boeing/737.html
http://www.b737.org.uk/powerplant.htm

*Para o pessoal da minha turma (esta é a matéria de GMP para o próximo semestre "Motores a Reação")



Selo de segurança: Por Cmte Roberto Carvalho



Esta e uma história contada pelo Comandante Roberto Carvalho Ex Comandante da Varig 
e hoje Comandante da Gol 

Resolvi copia la pois esta ilustra muito bem a relação entre tripulação e manutenção, afinal o respeito por abas as partes são essencial para o bom andamento do voo afinal todos nos somos responsáveis pelo espetáculo.

Espero que gostem, e claro visitem o Blog do comandante, são as melhores histórias da aviação brasileira.



"Confiar na manutenção é fundamental para que o piloto se sinta seguro antes de uma decolagem. Não importa o avião, seja um pequeno monomotor, um tubo-hélice ou o maior dos aviões comerciais, é essencial que os serviços preventivos e corretivos sejam realizados absolutamente de acordo com normas aprovadas pelo fabricante do avião, da empresa que realiza o serviço e finalmente da autoridade aeronáutica. 

Nos meus primeiros anos de aviação, período em que voava nos aviões do aeroclube, não tive nenhum problema de manutenção. Ainda bem, pois se tem uma área crítica para se voar de monomotor é sobre a cidade de São Paulo. Se após a decolagem do Campo de Marte houver falha do motor, o piloto dificilmente vai encontrar um local para um pouso de emergência.  Em meus voos para a região de Jundiaí e Atibaia, até que a Serra da Cantareira ficasse para trás, o nível de alerta era grande, sempre de olho em um possível local para “jogar” o avião em caso de parada do motor.

Nesta questão da confiabilidade da manutenção, a Varig foi um gigante! Confiávamos nos aviões e mesmo nos últimos anos da empresa, quando os recursos materiais estavam escassos, acreditávamos nos serviços realizados.


Os Electras da frota da Varig eram a melhor prova da seriedade com que os mecânicos cuidavam das “garças”. Foram 30 anos sem qualquer acidentecausado por problemas de manutenção, o máximo que aconteceu foi uma ocasião em que o trem de pouso do nariz não abaixou de jeito nenhum e o pouso teve que ser realizado no aeroporto do Galeão. Naquele dia, apesar da tensão e dos danos resultantes do efeito do nariz e hélices raspando na pista, o pouso foi um sucesso. O cuidado com os Electras era tão grande que até peças a Varig estava autorizada a fabricar, uma vez que se tratava de um avião que há tempos já não era mais fabricado! Além de simples acabamentos e revestimentos internos, a Varig fabricava atuadores, tubulações, dutos e outras peças para os motores. Dava gosto passear pelos hangares em Congonhas e ver as enormes hélices passando por serviços de revisão.


A Varig também foi pioneira na área de informática. Já no final da década  70 e nos 80s, quando havia uma dificuldade de importação de computadores, a Varig, através do setor de aviônica e informática, fabricou seus próprios computadores para os setores de compras e reservas de passagens. Era a TEVAR – Terminais Varig- computadores enormes com telas verdes e letras miúdas que eram sinônimo de alta tecnologia e informatização.

Em 1991, logo nos meus primeiros meses como comandante de 737, tive uma experiência muito interessante. Estava em Uberlândia e durante a inspeção de trânsito, quando entre um pouso e uma decolagem o mecânico efetua uma breve inspeção de rotina, foi detectado um pequeno vazamento de óleo do motor.  O vazamento, segundo o mecânico, parecia ser bem pequeno e ele acreditava que dava para efetuar a ultima etapa de voo até São Paulo onde o serviço corretivo poderia ser realizado. Por via das dúvidas, iríamos efetuar um “run-up” do motor (dar a partida e manter o motor girando por um curto período) para, com as capotas abertas, verificar a extensão do vazamento. Naquela noite eu estava acompanhado de outro comandante, que embora estivesse entrado na empresa há poucos meses, era bem mais experiente que eu, pois tinha sido comandante na Transbrasil, assim, enquanto ele deu a partida no motor eu fiquei com o mecânico verificando a situação. Foi incrível estar posicionado entre a capota lateral e o próprio motor, que ao ser acionado fazia um barulho tremendo! De fato, o vazamento era bem pequeno, quase nada. Antes de deixar Uberlândia ligamos para a central da manutenção, que ficava no Rio de Janeiro, e com a aprovação deles seguimos para São Paulo.

A central de engenharia de manutenção da Varig, que ficava no aeroporto do Galeão/RJ era um espetáculo à parte. Um hangar enorme que acomodava em seu interior dois Jumbos e mais alguns 737s ao mesmo tempo. A Varig efetuava a manutenção de seus aviões e de outras empresas também, havia  diversos setores referentes aos sistemas dos aviões; setor de revisão de trem de pouso, hidráulica, aviônicos, motores e etc.


Nos últimos anos da Varig a quantidade de itens pendentes constante nos livros de bordo dos aviões aumentava a cada dia. Estes itens pendentes são aqueles panes ou itens inoperantes em determinado sistema ou instrumento, que não impedem que a empresa realize um voo. Estes itens, constantes do MEL (minimum equipment list), podem estar associados a determinados procedimentos que os pilotos e a manutenção devem observar e cada item tem um prazo determinado para que seja solucionado. No ano de 2005 e 2006, ao abrir o livro de bordo do MD-11 durante o pré-voo, podíamos encontrar vários itens pendentes e nestas ocasiões quase sempre o supervisor da manutenção comparecia na cabine de comando. Analisávamos cada um dos itens vendo as implicações que poderiam causar. No final, para selar a segurança e seguindo uma dica da minha mulher, perguntava ao supervisor da manutenção se ele embarcaria a própria mãe naquele avião!"

Postado por Carlos Henrique Peroni Junior
mapblog.sac@gmail.com
Copiado de: Roberto Carvalho

CENIPA - SIPAER - Conexão SIPAER


Boa Noite

Hoje vou dar uma breve explicação sobre o que é o CENIPA e o que esta instituição faz por nos usuários e trabalhadores da aviação,

Histórico


O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) foi criado em 1971, por meio do Decreto nº 69.565, como órgão central do Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER). A criação do CENIPA representou o surgimento de uma nova filosofia a ser difundida no país: a palavra inquérito foi substituída e as investigações passaram a ser realizadas com o único objetivo de promover a "prevenção de acidentes aeronáuticos", em concordância com normas internacionais.
Em 1982, é criado o Comitê Nacional de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CNPAA), em cuja Sessão Plenária, sob a direção e coordenação do CENIPA, reúnem-se os representantes de entidades nacionais e estrangeiras, públicas e privadas, direta ou indiretamente ligadas às atividades aeronáuticas. Participam, ainda, organizações civis representativas de classes, como sindicatos.

O conhecimento adquirido com organizações de segurança de voo de outros países, aliado à experiência acumulada ao longo dos anos, resultou no aperfeiçoamento da doutrina de segurança de voo no Brasil e no estabelecimento das bases de pesquisa nesse campo: o trinômio “o Homem, o Meio e a Máquina", pilar da moderna filosofia SIPAER. Assim, as investigações de acidente aeronáutico são concentradas nos aspectos básicos, identificados e relacionados com a atividade aeronáutica, agrupados nos fatores Humano, Material e Operacional.

O Fator Humano compreende o homem sob o ponto de vista biológico em seus aspectos fisiológicos e psicológicos. O Fator Material engloba a aeronave e o complexo de engenharia aeronáutica. O Fator

Operacional compreende os aspectos que envolvem o homem no exercício da atividade, incluindo os fenômenos naturais e a infraestrutura.

Para realizar sua missão, o CENIPA desenvolve anualmente atividades educacionais, operacionais e regulamentares. Além disso, como órgão central do SIPAER, tem como atribuições a supervisão, o planejamento, o controle e a coordenação de atividades de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos. Essas ações são realizadas num universo que envolve as três Forças Armadas (Marinha, Exército e Força Aérea Brasileira), Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO), empresas aéreas, entre outros representantes.
Atividades


É da análise técnico-científica de um acidente ou incidente aeronáutico que se retiram valiosos ensinamentos. Esse aprendizado, transformado em linguagem apropriada, é traduzido em recomendações de segurança específicas e objetivas para os fatos analisados, acarretando ao seu destinatário (proprietário, operador de equipamento, fabricante, piloto, oficina, órgão governamental, entidade civil, etc.) o cumprimento de uma ação ou medida que possibilite o aumento da segurança.
A Recomendação de Segurança de Voo (RSV) é uma ação, ou conjunto de ações, dirigida a um determinado órgão e referente a uma circunstância específica, formulada e emitida com o objetivo de eliminar ou controlar uma situação de risco para a segurança de passageiros e tripulantes.


Na área educacional, o CENIPA promove, ao longo de cada ano, um calendário de seminários e cursos de segurança de voo, destinados à formação, à atualização e ao aperfeiçoamento de pessoal, bem como o intercâmbio de informações com países amigos. Essa política de recursos humanos permite ao sistema a manutenção e o desenvolvimento de seu trabalho técnico-especializado. Os elementos ligados ao sistema mantêm constante intercâmbio com escolas, universidades, organizações civis e militares, nacionais e estrangeiras, especializadas em Programas de Segurança de Voo. É assim que, hoje, o Comando da Aeronáutica, ao qual o CENIPA é subordinado, desenvolve sua Política e Filosofia de Segurança de Voo para todos os segmentos da comunidade aeronáutica brasileira.

Divisões do CENIPA os SERIPAs

para atender a todas as regiões do Brasil, A Portaria nº2/ GC3, de 5 de janeiro de 2007, criou sete novas Organizações Militares denominadas Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA), encarregadas do planejamento, gerenciamento e execução das atividades de Segurança de Voo nas suas respectivas áreas de atuação. Distribuídos pelo território brasileiro, os SERIPA facilitaram a disseminação da doutrina de segurança de voo no país. Os SERIPA são subordinados, técnica e operacionalmente, ao CENIPA e, administrativamente, aos Comandos Aéreos Regionais (COMAR).

Uma dos principais fotos do Cenipa e a investigação de acidentes/incidentes com aeronaves no territorio brasileiro, sendo a parte mais importamte para esclarecer as causas dos acidentes aeronauticos.
Porem muitos não sebem para que serve esta investigação, ela e para punir? se não, para que serve? como é feita?

Investigação de um acidente Aeronautico


1) O que é investigação de acidente aeronáutico realizada pela Aeronáutica?
É o processo realizado com o propósito de prevenir novos acidentes e que compreende a reunião e a análise de informações e a obtenção de conclusões, incluindo a identificação dos fatores contribuintes para a ocorrência, visando a formulação de recomendações sobre a segurança. O Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER) não trabalha com "causa" de acidente, mas com fatores contribuintes. "Causa" se refere a um fator que se sobressai, que seja preponderante, e a investigação SIPAER não elege um fator como o principal. Ao contrário, trabalha com uma série de fatores contribuintes que possuem o mesmo grau de influência para a culminância do acidente.


2) Qual a importância mundial da investigação de acidente aeronáutico?
A investigação de acidente aeronáutico é de grande importância para melhorar o máximo possível a segurança de voo, seja militar ou civil. Por causa disso, existem convenções e resoluções internacionais para padronizar procedimentos de apuração, análise e recomendações, sempre com o objetivo de evitar a recorrência de casos.
Em 1948, os países participantes da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI) definiram que, na medida do possível, incluiriam em seus regulamentos nacionais a mesma redação das normas sugeridas pela unidade. Por esse motivo, a norma vigente no Brasil segue os parâmetros do Anexo 13 da Convenção de Chicago, da qual o país é signatário.

3) A investigação da Aeronáutica aponta culpados e tem implicações judiciais?
Não. Esse trabalho é das Polícias, do Ministério Público e da Justiça, ou seja, das autoridades competentes para investigar, denunciar e julgar.
A investigação de acidente aeronáutico, em todo o mundo, é um procedimento paralelo e independente, realizado por órgão especializado e voltado unicamente para a prevenção de novas ocorrências e melhoria da segurança de voo.

Segundo o item “3.1”, Capítulo 3, do Anexo 13 da Convenção de Chicago, “o único objetivo da investigação de acidente será o da prevenção de futuros acidentes” e “o propósito dessa atividade não é determinar culpa ou responsabilidade”.

De acordo com o item “5.4.1”, todo procedimento judicial ou administrativo para determinar culpa ou responsabilidade deve ser independente da investigação de acidente aeronáutico.
4) Quem participa da investigação de acidente aeronáutico conduzida pela Aeronáutica?
O país sede da ocorrência é o responsável pela investigação realizada com o apoio de técnicos de outras nações envolvidas (fabricante da aeronave, operador etc) e de entidades ligadas à aviação, como sindicatos e outras entidades de classe similares.

5) O que é público, possível de ser informado à imprensa, na investigação de acidente realizado pela Aeronáutica?
Segundo o item “5.12” do Anexo 13, ao realizarem investigações de acidente aeronáutico, os países não darão divulgação das seguintes informações (veja abaixo), além da finalidade prevista para este fim, a menos que as autoridades judiciais competentes do país determinem e a divulgação da informação em questão seja mais importante que as consequências advindas, em nível nacional e internacional, que a decisão possa ter para essa investigação ou para futuras apurações.
a) As declarações tomadas pelas autoridades encarregadas da investigação;
b) As comunicações entre as tripulações envolvidas;
c) As informações de caráter médico ou pessoal dos envolvidos;
d) As gravações das conversas dos pilotos e as transcrições das mesmas;
e) As opiniões expressas na análise de informação, incluída a informação contida nos registradores de dados de voo e de voz (caixa-preta).
No capítulo 5, o Anexo 13 da Convenção de Chicago explica essa recomendação: se divulgadas, as informações mencionadas, incluindo aquelas prestadas voluntariamente pelas pessoas entrevistadas no curso da investigação de acidente aeronáutico, poderiam ser utilizadas fora do âmbito da prevenção, em processos disciplinares, administrativos, civis e penais. No futuro, tal conduta pode dificultar o trabalho dos investigadores de acidentes aeronáuticos. “A falta de acesso a essa informação poderia criar obstáculo para a investigação e afetar seriamente a segurança de voo”, menciona o texto.

6) O que é considerado Acidente Aeronáutico?
Acidente Aeronáutico é toda ocorrência relacionada com a operação de uma aeronave, havida entre o período em que uma pessoa nela embarca com a intenção de realizar um voo, até o momento em que todas as pessoas tenham dela desembarcado e, durante o qual, pelo menos uma das situações abaixo ocorra:
a) qualquer pessoa sofra lesão grave ou morra como resultado de estar na aeronave, em contato direto com qualquer uma de suas partes, incluindo aquelas que dela tenham se desprendido, ou submetida à exposição direta do sopro de hélice, rotor ou escapamento de jato, ou às suas consequências. Exceção é feita quando as lesões resultem de causas naturais, forem auto ou por terceiros infligidas, ou forem causadas a pessoas que embarcaram clandestinamente e se acomodaram em área que não as destinadas aos passageiros e tripulantes;


b) a aeronave sofra dano ou falha estrutural que afete adversamente a resistência estrutural, o seu desempenho ou as suas características de voo; exija a substituição de grandes componentes ou a realização de grandes reparos no componente afetado. Exceção é feita para falha ou danos limitados ao motor, suas carenagens ou acessórios; ou para danos limitados a hélices, pontas de asa, antenas, pneus, freios, carenagens do trem, amassamentos leves e pequenas perfurações no revestimento da aeronave;
c) a aeronave seja considerada desaparecida ou o local onde se encontre seja absolutamente inacessível.

Em observância ao Anexo 13 da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), as lesões decorrentes de um acidente aeronáutico que resultem em fatalidade até 30 dias da data da ocorrência são consideradas lesões fatais. Uma aeronave será considerada desaparecida quando as buscas oficiais forem encerradas e os destroços não forem encontrados.

Comissão de Investigação de Acidente Aeronáutico

1) O que é a Comissão de Investigação de Acidente Aeronáutico (CIAA)?
É um grupo de pessoas técnicas designadas para investigar um acidente aeronáutico específico, devendo sua composição ser adequada às características desse acidente.

2) Qual a finalidade do trabalho da Comissão de Investigação?

As investigações realizadas pela Comissão têm como única finalidade a prevenção de acidentes aeronáuticos por meio da identificação dos fatores contribuintes presentes, direta ou indiretamente, na ocorrência e a emissão de “Recomendações de Segurança de Voo (RSV)” que possibilitem a ação direta ou tomada de decisões que venham a eliminar aqueles fatores ou a minimizar as suas consequências. As recomendações são o grande objetivo de uma investigação de acidente aeronáutico.

3) Qual a formação básica da Comissão de Investigação?

- Presidente: Oficial Superior do Comando da Aeronáutica, responsável pela supervisão da investigação como um todo;
- Coordenador: piloto qualificado pelo Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAER), como Oficial de Segurança de Voo (OSV) ou Agente de Segurança de Voo (ASV), responsável pela coordenação das tarefas de investigação;
- Fator Operacional: piloto qualificado pelo SIPAER, como OSV ou ASV, responsável pela investigação deste Fator, preferencialmente com experiência na aeronave envolvida;
- Fator Material: profissional qualificado pelo SIPAER, em geral, engenheiro, responsável pela investigação deste Fator;
- Fator Humano, aspecto fisiológico: médico qualificado pelo SIPAER, responsável pela investigação deste aspecto;

4) O que é investigação do Fator Humano?

É a área de abordagem da segurança de voo que se refere ao complexo biológico do ser humano, nos aspectos fisiológicos e psicológicos que possam ter refletido nas ações da tripulação e demais pessoas envolvidas no acidente, servindo para clarificar a sequência dos acontecimentos na ocorrência.

5) O que é investigação do Fator Material?

É a área de abordagem da segurança de voo que se refere à aeronave nos seus aspectos de projeto, fabricação e de manuseio de material. Não inclui os serviços de manutenção de aeronave.

6) O que é investigação do Fator Operacional?

É a área de abordagem da segurança de voo que se refere ao desempenho do ser humano na atividade relacionada com o Voo. Inclui as seguintes áreas: meteorologia, infraestrutura, instrução, manutenção, aplicação dos comandos da aeronave, tráfego aéreo, coordenação de cabine, julgamento da tripulação, deficiência de pessoal, deficiência de planejamento, deficiência de supervisão, indisciplina de voo, influência do meio-ambiente e experiência de voo na aeronave, entre outros aspectos.

7) Qual destino será dado aos destroços da aeronave acidentada?

Após a liberação dos destroços da aeronave civil pelo presidente da Comissão de Investigação, as peças, partes e demais itens são transferidos para o delegado de polícia da localidade onde houve a ocorrência, para que sejam utilizados nas diligências policiais.
Caso a autoridade policial não julgue necessário assumir a guarda dos destroços, a transferência será efetivada em favor do proprietário da aeronave.
Os destroços e partes que não possam ser removidos, por dificuldade de acesso, ou retirados do local do acidente, devem ser destruídos ou marcados de forma a evitar que futuramente venham a ser confundidos com um novo acidente durante missões de busca.

8) Como é feita a destruição e a marcação do local da queda?

a) Desmontagem tanto quanto possível, enterrando as partes quando praticável;
b) Uso de explosivos por pessoal qualificado, quando possível, suficiente para espalhar os destroços em pequenas partes, desde que não coloquem em risco pessoas, bens ou elementos naturais. Os destroços devem ser enterrados quando praticável;
c) Pintura em amarelo das partes de difícil remoção, informando ao Salvaero (órgão da Aeronáutica que coordena o serviço de busca e resgate de aeronaves) da região a sua localização, acompanhada de fotografia;

9) Quando termina a investigação de acidente aeronáutico?

A investigação é concluída com a produção de um “Relatório Final” de acidente aeronáutico. Trata-se de um documento destinado a divulgar a conclusão oficial e as Recomendações de Segurança de Voo (RSV) relativas ao acidente.

10) Qual o prazo para a conclusão do acidente aeronáutico?

A investigação SIPAER não trabalha com prazos durante sua realização. O processo segue a seu tempo para o benefício da prevenção e é proporcional à complexidade do acidente. A média mundial de duração de investigação de acidentes aeronáuticos (conduzidas para fins de prevenção, como a do CENIPA), gira em torno de 18 meses.

11) A imprensa e os familiares podem ter acesso ao Relatório Final?

O relatório final, de acordo com a legislação vigente (NSCA 3-6), é ostensivo e de domínio público por meio do CENIPA. O objetivo do seu conteúdo é a segurança e a prevenção, não a responsabilização penal ou cível.


Prevenção



Alem da investigação e produção dos relatorios o CENIPA desemvolve varios meiros de informar seu publico alvo sobre os riscos, um destes meios e a produção de cartazes e campanhas em aeroportos escolas de avialção, feiras de aviação etc, através deste link e possivel ver o cartazes disponiveis,




Conexão SIPAER

A Revista Conexão SIPAER é uma publicação científica periódica, editada eletronicamente pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos com o objetivo de promover a disseminação da informação técnico-científica produzida por pesquisadores e profissionais da área da ciência aeronáutica e ciências afins voltada para a segurança de vôo, com foco nas atividades de investigação e prevenção de acidentes aeronáuticos.

Não é necessário ser Elemento Credenciado SIPAER para a submissão de artigos, no entendimento de que todos os profissionais ligados à aeronáutica trabalham direta ou indiretamente com a prevenção de acidentes. A Revista Conexão SIPAER estimula a participação colaborativa entre pesquisadores de atuação acadêmica e profissionais em atividade operacional para a submissão de artigos em co-autoria conforme descrito nas Diretrizes para Autores.

A Equipe Editorial é formada pelo Conselho Editorial, Conselho Científico e Comitê Gestor. Inclui pessoas que são reconhecidas por sua competência e conhecimento na comunidade aeronáutica civil e militar e que têm contato direto com pesquisadores em atuação no Brasil e no exterior. Os membros da equipe foram escolhidos devido à sua capacitação e atuação, mesclando profissionais de Universidades, Institutos de Pesquisa, empresas aéreas e organizações militares.

Os temas de interesse da revista estão detalhados na seção Foco e Escopo. Os artigos submetidos passarão pelo Processo de Avaliação por Pares.

Bom pessoal espero ter passado a vocês missão do CENIPA, Aqui vai alguns artigos e estudos, interessantes da Conexão SIPAER para nossa área de atuação


Manutenção em aeronaves: fator contribuinte para a Segurança de Aviação
PROGRAMA MOSA: MAINTENANCE ORGANIZATIONS SAFETY AUDIT
Responsabilidade Civil e Empresas Aeronáuticas: aspectos de Fatores Humanos
A FALHA HUMANA NO AMBIENTE DA MANUTENÇÃO
Análise de falhas: salvando vidas em silêncio

Fonte: Site do CENIPA  www.cenipa.aer.mil.br/ / Google Imagens

Boa noite e segurança a todos!!!
Carlos Henrique Peroni Junior
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