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Apostilas da Federal Aviation Administration

Boa Tarde

Hoje trago algumas apostilas da Federal Aviation Administration, sabemos quanto nossas apostilas são arcaicas, já estas do FAA sofreram atualizações, que a nossa não recebeu (a brasileira e uma copia da usada pelo FAA na década de 60) 

Trago estas, a título de conhecimento a agregar, pois segundo a ANAC se estudarmos outro material contrario ao dela estaríamos "errados", 

Coisas do nosso pais (infelizmente)

São seis apostilas em inglês, dois volumes de Celula dois de GMP um de Avionicos e um manual sobre balanceamento de aeronaves.




 


Espero que gostem e agradeço a preferência 

Carlos Henrique Peroni Junior

Quer ajuda com alguma matéria ?


Essa vai para a galera que esta fazendo o curso,
Bom durante o meu curso eu sempre foquei muito e estudava horas, em casa no trabalho ou no ônibus esse era um excelente lugar, e eu sempre tive facilidade para entender e principalmente explicar o que eu tinha entendido, as vezes explicava a matéria de forma mais simplificada, e muitas vezes explicava de forma mais fácil e mais rápida o que alguns professores levavam horas e o aluno ainda saia sem entender legal, dai eu comecei a explicar matérias inteiras no blog, foi o caso de sistemas de ar condicionado, sistema de pressurização e sistema anemométrico, e por ai vai, a muito tempo não faço isso e sinto falta acho legal escrever me faz relembrar o funcionamento de um por um, desta forma queria que vocês desem a opinião de um tema para o próximo, quero explicar o funcionamento de outro sistema, mas seria mais legal se fosse útil à alguém, vou deixar os link's com as matérias e assuntos já explicados e se alguém quiser pedir um, vai ser ótimo logico que eu vou avaliar, e se eu não tiver pleno domínio do assunto, vou infelizmente ter que rejeitar :(

Antena plano de terra 1/4 de onda, para frequência de 118,00 a 134,00 (AVIAÇÃO)


       Boa pessoal, minha escuta, essa aqui em cima estava com uma antena, 1/4 de onda com um elemento, e a recepção estava ruim principalmente do controle BH 129,400, resolvemos então construir uma antena Plano de Terra 1/4 de onda, com corte para 129,00 MHz, bem fácil e simples de fazer, e com um resultado muito bom resolvi trazer aqui para o Blog 


Termos Técnicos e Abreviaturas Aeronáuticas !!!!



        Na aviação, assim como qualquer outra área do conhecimento técnico, é cercada por termos técnicos e abreviaturas, sendo o Técnico obrigado a familiarizar-se com estes termos, ou pelos menos tentar... afinal são vários os termos e siglas; na aviação temos até vários sentidos para uma mesma sigla ou varias siglas para um sentido só, e assim tudo depende da interpretação; do que se trata o texto, e até mesmo quem fabricou a aeronave.

    Para ajudar trago um DOC com Oito paginas, com uma verdadeira sopa de letrinhas, disponibilizado pelo Professor de GMP do III Modulo. Yuri de Toledo Guirlanda.

Click para baixar ===> ABREVIAÇÕES E DEFINIÇÕES

Espero que gostem!!!

Carlos H Peroni Jr
mapblog.sac@gmail.com

Segurança de Voo


Sabemos que os profissionais da aviação são pressionados de vários lados, sejam eles pilotos, comissários  despachantes, ou técnicos da manutenção, esta pressão vem por parte da companhia, dos prazos, do trafego, das situações meteorológicas, porem estas pressões são visíveis, e nos afeta no momento do nosso trabalho, porem existem as pressões que se acumulam e somam as pressões do ambiente de trabalho, se trata dos problemas particulares, aqueles que deveriam ficar em nossa casa, mas nem sempre, são deixados la, e volta e meia povoa nossos pensamentos, nos desconcentra por segundos, segundos que podem ser fatais, ainda mais se somarmos todos os problemas, ou seja, trabalho mais casa, estes são ingredientes para, um acidente,

Este vídeo foi uma encenação de uma novela, porem mostra os stress que um piloto recebe, para liberação de um voo de transporte de  cargas em uma pequena empresa, e por pressão, falta de atenção, a aeronave é abastecida de forma errada, o que leva a queda após a decolagem. da mesma forma que o piloto errou todos os outros profissionais da aviação, podem errar!!

Este próximo vídeo nos mostra como a falta de tempo se mostra critica na manutenção de aeronaves, o vídeo apresenta o acidente do voo Continental Express 2574 onde um Embraer Brasilia cai por falha na manutenção.
Este mostra como fatores emocionais podem levar a medidas extremas, todo stress devem ser levado em conta e deve ser tratado, com tal importância.
Por fim neste podemos ver alguns erros da manutenção que contribuíram para falhas estruturais que levaram a acidentes com descompressão explosiva.


Em fim todos os videos apresentam erros pequenos que levaram a grandes acidentes, erros que poderiam ser evitados, se o fator stress fosse identificado e isolado a tempo, não distante da nosso realidade temos acidentes ocorridos aqui no Brasil, alguns recentes e outros históricos, onde a falha humana ocorreu por pressão seja ela profissional ou particular.

E muito importante sempre lembrar da tríade que da equilíbrio a esta relação, O Homem A Maquina O Meio, mantendo este tripe a segurança de voo é mantida.

Carlos Henrique Peroni Junior
mapblog.sac@gmail.com.br

Videos Interessantes!!

Como todos; eu também gosto de ver alguns videos no You Ttube, e como eu gosto muito da aviação os videos não poderiam ter outro tema.


Selecionei alguns videos que já vi e considero interessantes!


O primeiro e um junção de vídeo e fotos do pessoal da manutenção da VASP realizando um check profundo em um 737-400 da extinta BRA.


Este segundo peca um pouco pela qualidade, mas ele apresenta o extinto VEM Varig Engenharia e Manutenção, nele podemos ver os gigantes como 777, MD11 e alguns 737 passando por manutenção, podemos ver como era grande o espaço que a VARIG utilizava para manutenção.


Este é legal me lembro das aulas de estruturas no inicio do curso, meu professor o Junior citou este vídeo quando falava sobre novas formas de cobrir a aeronave de forma temporária! o vídeo mostra a adesivagem de um 737 da GOL famosos pelas borboletas!!
Apesar de ser um vídeo institucional da TAM o vídeo e muito interessante ele apresenta o centro de manutenção da empresa, muito legal e tem uma qualidade superior
Por fim e não menos interessante um vídeo sobre o setor de manutenção de Aviônica da GOL, o vídeo trata de uma breve apresentação do setor e suas funções!! 


Espero que gostem até a próxima 

Carlos Henrique Peroni Junior
mapblog.sac@gmail.com





Aeronáutica implanta laboratório para abrir e ler caixas-pretas no Brasil

A Aeronáutica implantou no ano passado, em Brasília, um laboratório com capacidade de abrir e analisar dados de caixas-pretas de aviões civis e militares que tenham se envolvido em acidentes no Brasil. O G1 visitou o local para acompanhar o trabalho dos especialistas do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). 



Após a instalação do Laboratório de Análise e Leitura de Dados de Gravadores de Voo (Labdata), no ano passado, foram abertas e analisadas no Brasil 31 caixas-pretas de aeronaves ligadas a acidentes. Em 2009, somente dois equipamentos tinham sido lidos após serem enviados para o exterior. 

Dentre as caixas-pretas lidas em 2011 no Brasil há algumas de Bolívia e Colômbia. 

Antes da implantação do laboratório, a Aeronáutica mandava os gravadores para exterior em casos estritamente necessários. Isso porque há custos no deslocamento dos investigadores e a aeronave precisava parar de operar enquanto os dados são obtidos. Foi isso o que ocorreu em 2007 com o gravador do Airbus da TAM que colidiu contra um prédio no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, deixando 199 mortos. 

“Ainda não temos a capacidade total de ler caixas-pretas danificadas (como atingidas fogo, cabos cortados, com interferências ou que sofreram algum dano), pois vamos adquirir em 2012 os kits para leitura mais complexa. Já conseguimos ler alguns gravadores danificados, entre eles o de uma aeronave boliviana e de um Learjet que caiu na Baía de Guanabara quando faria um pouso no Aeroporto Santos Dumont, e que sofreu oxidação", disse ao G1 o coronel Fernando Camargo, que apurou as causas do acidente da TAM e é gerente do projeto que implantou o Labdata. 

“No caso do Learjet, tivemos que abrir a caixa metálica que protege e tirar a placa de memória, colocando-a em outro gravador do mesmo fabricante para que pudéssemos ler”, acrescenta o oficial. Se aberta de forma inadequada ou por pessoa não treinada, tudo pode ser perdido. 

“O gravador de dados, que registra informações como velocidade, altitude e como se comportaram os sistemas da aeronave, é hoje matéria-prima fundamental para a entender o que ocorreu em um acidente, pois nos dá informações precisas. Já o de voz não é tão imprescindível, usamos apenas diálogos importantes. Às vezes, a Justiça nos pede a transcrição dos diálogos e nem sempre os temos”, explica Camargo. Cada dado que a caixa-preta grava é chamado de "parâmetro". 

Outra caixa-preta que deu trabalho, após ser queimada externamente, foi a do acidente com um LET da companhia Noar, que caiu no Recife em julho, deixando 16 mortos. O gravador de voz foi aberto no Brasil, já o de dados teve de ser levado aos Estados Unidos. "Já em 2010, no caso de um Bandeirante que sofreu um acidente grave e a caixa-preta foi danificada, nem a fabricante conseguiu fazer a leitura e nós não tínhamos o cabo compatível para recuperar as informações. Pela internet ele custava muito caro, mas um amigo conseguiu comprar e nos enviar pelo correio”, relembra. 

O Cenipa é o órgão responsável por investigar acidentes aéreos no Brasil conforme a lei federal de 1982 que criou o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer). Segundo o chefe do Cenipa, brigadeiro Carlos Alberto da Conceição, auditoria da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) apontou que o Cenipa atingiu em 2009 um nível de conformidade de 96% conforme os padrões internacionais, empatado em primeiro lugar com a Agência Européia para a Segurança da Aviacão (Easa). Não é necessária a homoloagação da Icao para o Cenipa possuir um laboratório de caixa-preta. 

Como é o processo

O avião tem duas caixas-pretas, que normalmente ficam na parte traseira da aeronave: uma que armazena os dados do voo- dependendo da aeronave, podem ser até mil parâmetros por até 40 horas - e outra de voz, com os diálogos da cabine. Novos modelo, chamados de combo, unem as duas gravações em uma só caixa.
Quando o gravador não está danificado, não é necessário ser aberto. Um cabo é conectado e, através de sua ligação a um software compatível do fabricante da caixa-preta, é possível recuperar um arquivo com os dados e o áudio. O trabalho mais difícil vem em seguida: a conversão da memória em bits em informações tangíveis sobre o que ocorreu com o avião. 

“Cada tipo de caixa-preta tem uma cablagem (modelo de cabo para download do arquivo bruto) e um software diferente para ser usado. A partir de sua aplicação conjunta, obtemos um arquivo em código binário que armazena os dados sobre o que ocorreu durante o voo. As pessoas não conseguem entender o que houve com o avião apenas olhando os bits, precisamos convertê-los nos dados reais”, diz o oficial. 

Cada sequência de 12 bits é chamada de "palavra". Existem caixas-pretas que gravam de 32 a 1.024 palavras por segundo. Para a conversão, o investigador informa ao computador em quais bits e em quais conjuntos de palavras o software deve buscar os registros do que precisa saber.

Para entender o que provocou a tragédia, o Cenipa precisa saber em quais palavras cada parâmetro foi gravado. 


Caixas-pretas passam por análise antes da recuperação de dados sobre o acidente

Outra análise é feita com a gravação das conversas da cabine, que passa por uma mesa de som onde é possível melhorar a qualidade e separar os quatro canais de áudio (piloto, copiloto, ambiente da cabine e do engenheiro - este último quase não é mais usado). 

Problemas no Brasil 

Dentre preocupações recentes do Cenipa quanto ao registro de dados está no fato de orientar companhias aéreas e pilotos para que, no caso de incidentes graves durante o voo, a caixa-preta seja desligada. Isso porque a gravação é contínua e, ao término do limite da memória, recomeça, perdendo todos os dados antigos. 

A determinação de desconectar a caixa-preta após algo grave é obrigatória procedimentos expedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mas nem sempre cumprida. 

Também há uma avaliação sobre o destino final das caixas-pretas após a cópia, como a possibilidade de apagar-se a memória e manter os dados apenas sob poder do órgão que apura a tragédia.

“Há uma discussão no Grupo Internacional de Investigadores de Gravadores, do qual fazemos parte, sobre o que fazer com as caixas após a leitura. Normalmente, não temos porque manter em nossa posse e devolvemos às empresas. Mas as informações podem em seguida ser copiadas, manipuladas, e usadas para outros fins. Ainda não há um consenso sobre esta questão”, acrescenta o coronel Camargo. 

Para 2012, o Cenipa pretende adquirir para o laboratório kits que permitirão abrir e ler caixas-pretas com problemas ou que foram atingidas pelo fogo, água ou parcialmente destruídas e também uma estação de solda e ferramentas eletrônicas específicas para estes trabalhos, permitindo ao país maior independência na investigação de acidentes aéreos.
 

FONTE:
Reportagem de: Tahiane Stochero Do G1, em São Paulo
Reportagem original pode ser vista em:globotv.globo.com
Carlos Henrique Peroni Junior
mapblog.sac@gmail.com 
Exercício de Eletrônica Teórica 
Pontos: Quatro
Entrega: no maximo 25/04

Fazer um relatorio sobre o acidente do Alaska Airlines 261



Operador: Alaska Airlines
Vôo: 261
Tipo: Descontrole em vôo com choque ao mar
Nº. Óbitos: 88
Nº. de Feridos: Zero

Durante um vôo entre Porto Vallarta e Seatlle um MD83 cumprindo o vôo 261 da Alaska Airlines teve seu estabilizador horizontal bloqueado por um defeito, como tentativa de desbloqueio a tripulação tentou diversas vezes acionar o motor responsável pelo movimento do estabilizador, como conseqüência a aeronave perdeu totalmente o controle vertical, iniciando um mergulho, após alguns instantes nesta atitude a aeronave chocou com o oceano pacifico nas proximidades da Ilha Anacapa ao norte da Califórnia matando os oitenta e oito ocupantes.



Após analise dos destroços e dos dados da Flight Data Recorder, investigadores do NTSB revelaram, que a falha ocorreu por colapso do macaco de parafuso que movia o estabilizador, durante a analise da peça ficou claro a falta de lubrificação, o que gerou contato das partes metálicas da peça, assim ocasionando a destruição da rosca do macaco, e conseguinte desprendimento do eixo do estabilizador, movendo este para uma posição alem de seus projetos aerodinâmicos, provocando a atitude de picada que levou a aeronave ao mergulho.


durante investigações feitas nas instalações de manutenção da Alaska Airlines foi descoberto que devido a motivos financeiros a empresa havia aumentado o tempo entre revisões dos estabilizadores de seus MD83 em 400%, o que permitiu que faltasse lubrificação entre a porca do macaco e o eixo do estabilizador, levando a danos onde era necessária a troca do macaco de parafuso,  além disto, ficou claro em documentos que a aeronave que sofrera o acidente teve a troca do macaco de parafuso adiada para próxima revisão, complicando sua situação de lubrificação até a inexistência, que gerou o colapso do sistema.

Após esta investigação, novas diretrizes e normas de manutenção e inspeção de manutenções realizadas, foram aplicadas, para garantir que este erro não aconteça novamente, um estudo sobre o sistema de controle do estabilizador do MD83 foi feito e apontou falha de projeto, por não contemplar redundância do sistema ficando este como único o que em caso de falha pode ser catastrófico.

o May Day Desastres Aéreos pode ser baixado atravez deste link:




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